25 de mar de 2010

PRAIA DO GUNGA - GINA E AIRTON

Terça fomos a praia do Gunga que fica a 40 km daqui. Paramos primeiro no Mirante do Gunga, a vista é maravilhosa,de um lado cana de açucar, do outro um coqueiral a perder de vista e o mar. Depois entramos na fazenda para ir ate a praia. O lugar é muito bonito, estacionamento grande embaixo dos coqueiros e uma estrutura muito bem montada, pena que estava muito sujo. Quando cheganos tinha pouca gente e escolhemos um guarda-sol de frente ao mar,onde estavamos o mar estava bem agitado, mas melhorou depois. Agua verde tranparente ate a cintura e peixinhos nos nossos pés, lisos, coloridos, quando eu boiava eles passavam por cima da minha barriga. Mas para o lado de Maceio estava caindo chuva forte. Chegamos em casa 15 horas para fazer almoço.

CONHECENDO AS FALESIAS NA ILHA DO CROA

Domingo fomos levar a Gina e o Airton para conhecer a ilha do Croa.Saimos tarde sem rumo, no caminho resolvemos ir para a ilha do Croa. Quando chegamos lá a fila para a balsa estava imensa e só levava 3 carros. Conversamos com um guia que lá estava e no fim atravessamos a balsa a pé e o Pituba, dono do resturante que sempre comemos - aquele da lagosta, foi nos buscar e tambem nos levou nas falesias. Almoçamos no Pituba e ele cobrou tudo que tinha direito, depois das negociaçoes, nos levou de volta para pegar a balsa. Chegamos no apartamento as 16 e 30 horas e as 18 horas estavamos no culto.

FELIZ DESERTO

Feliz Deserto é um pequeno município do litoral sul do Estado de Alagoas com aproximadamente 4 mil habitantes. Suas terras foram ocupadas pelos índios Caetés, que dedicavam-se a agricultura e a pesca, até o naufrágio de um navio português, cujos os sobreviventes, sendo os mais destacados Dom Domingos Mendes e Dona Maria Mendes, constituíram o primeiro núcleo populacional da região. Conta a lenda que depois do naufrágio, o senhor Domingos encontrou debaixo de uma árvore a imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens e por causa d a felicidade pelo achado e pela zona deserta onde foi encontrado, denominaram ao município Feliz Deserto. O município de Feliz Deserto tem como principal fonte de renda o turismo. Suas praias estendem-se por vários quilômetros, desde a praia do Japu até a praia da Flexeira. São praias caracterizadas por suas águas na maioria calmas e cristalinas de agradável temperatura.

RIO SAO FRANCISCO – VELHO CHICO

O rio São Francisco, popularmente conhecido por “Velho Chico”, nasce na Serra da Canastra (Minas Gerais). Possui uma extensão de 2700 quilômetros e atravessa os estados da Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, até desaguar no mar da Praia do Pontal do Peba, em Piaçabuçu, a 134 km de Maceió. Saindo de Piaçabuçu, o percurso até a foz é feito beirando a margem esquerda do rio e a vista é muito bonita, com mangues, coqueirais, cabanas de pescadores e dunas. A viagem é tranqüila e tem duração de cerca de duas horas e trinta minutos, ida e retorno. Como o Pontal do Peba é uma Área de Proteção Ambiental (APA) – local de desova de tartarugas e pouso de aves migratórias –, o tempo de visitação permitido pelo Ibama é de apenas uma hora e meia. Durante a ida, o nosso guia foi contando a historia de Piaçabuçu, rio São Francisco e sobre o vilarejo de pescadores, próximo a foz e do lado de Sergipe, chamado Cabeço. Cabeço era um povoado pouco conhecido, mas com uma grande cultura, até que o mar começou a invadir o povoado, e o povo foi se retirando aos poucos. Dizem os pescadores que uma das causas para a inundação foi o represamento do Velho Chico com a construção da Hidrelétrica de Xingó. As águas perderam a força na foz e o mar avançou cobrindo ruas, casas e igreja, hoje apenas o farol continua aparecendo. O nosso barco foi ate a foz, onde o rio encontra o mar, demos uma pequena parada para fotos,entramos na água e saímos logo, a marinha não permite que barcos pequenos avancem para o mar com turistas, apenas catamaras. O barco ancorou perto da foz e ai pudemos aproveitar o tempo para caminhar pelas dunas e tomar banho de rio. Nessa parada com pouquíssima infra estrutura, não é permitido pelo IBAMA, os nativos armam barraquinhas móveis e rústicas, somente com bebidas, doces e algum salgadinho, tipo pastel, mas vale à pena apreciar as cocadas e doces típicos. Comprei cocada de fita com açúcar queimado e outra de maracujá, ótima, e bolo de macaxeira, parecendo quindim, melhor ainda. Na volta, como já estávamos todos muito entrosados, viemos conversando e almoçamos no cais do porto.