28 de jan de 2010

MAR...PRA QUE TE QUERO

¨Conhecer novos lugares, observar novas culturas e modos de vida, nos faz repensar naquilo em que acreditamos como certo.¨

Lena Mota

Vou a praia, quase todos os dias, não fiquei vermelha nenhum dia , só uso protetor solar fator 30, indicação da minha nora Monique e mesmo assim estou bem morena. 

Fim de semana fomos a Praia do Francês, achei bem mais bonita vazia. Apesar de estar bem nublado estava cheia, tudo muito amontoado e muita gente vendendo coisas na areia, alem de sermos obrigados a que escutar “musicas” de gosto mais que duvidoso, nas alturas. 

No domingo ficamos por aqui mesmo, a praia de Pajuçara, em frente de casa, é bem bonita, longa extensão de areia, mar de um verde maravilhoso e água transparente morninha, nada de amontoamento. 

Temos caminhado quase todos os dias a noitinha, mas é meio complicado por causa da quantidade de turistas na extensão da orla, saímos do inicio da Pajuçara e vamos ate Ponta Verde, distancia razoável.

Ontem sai de carro sozinha pela primeira vez, precisei ir ao banco Santander e a agencia mais próxima , que é longe daqui, fica no coração de Maceió, no centro comercial, tipo centro de São Paulo. Olhei o caminho pelo Google Earth, cheguei ao centro com facilidade mas perdi a entrada do banco e aí tive que dar muitas voltas, meio perdida, até conseguir voltar ao banco outra vez, cada rua que dava mão para virar eu ia mais para longe do centro, ainda bem que andei bastante com o Pedro e tenho senso de direção, mas cá entre nós, depois que inventaram o Google Earth, tudo fica muito mais fácil. 

Por incrível que pareça o caixa que me atendeu é de Presidente Prudente e está aqui em Maceió a 30 anos, mas tem irmão lá. Voltei tranquila e parei num salão de cabeleireiro famoso aqui, por toda cidade a gente vê um salão desses, este fica numa avenida a cinco quadras de casa. Muito bom, atendimento nota dez, mas paguei o preço, retoquei a raiz do cabelo e fiz pé e mão simples sem esmaltar, 112 reais.

Fui hoje de manhã a praia, o mar estava ótimo e a praia maior do que o normal, a maré estava bem baixa. Agora, 15hs e 30 min, caiu um chuvinha gostosa, quem disse que aqui não chove.

19 de jan de 2010

QUER PROVAR UMA COMIDA REGIONAL NORDESTINA?

¨O mundo é um livro e as pessoas que não viajam só leram uma página. ¨  

Santo Agostinho


Hoje amanheceu meio nublado, mas mesmo assim fui a praia das 9 h ate as 10 h e 30min. Logo que cheguei o tempo virou e chove forte até agora. Fui almoçar num restaurante muito legal em Jatiuca, só comida típica nordestina, chamado Bodega do Sertão, a decoração do lugar é dez, muito interessante e bem colorida. 

O salão de paredes de taipa é repleto de objetos com a cara do sertão. No balcão do bufê há uma variedade de pratos do interior da Paraíba, Ceará e Pernambuco, como baião-de-dois, arroz de queijo-de-coalho, carne de sol com nata, buchada e carneiro assado, alem de inúmeros tipos de doces.




Valeu o almoço.

DOMINGO NA PAJUÇARA

¨A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.¨

 Marcel Proust




Hoje domingo amanheceu um dia lindo e quente, resolvemos ir à praia aqui na Pajuçara mesmo, na frente do nosso prédio. 

Nos finais de semana os turistas vão para outras praias e os habitantes da cidade lotam as praias ate tarde. 

VISITA AO LITORAL NORTE DE ALAGOAS

¨Viagens terminam. Lembranças permanecem e despertam saudade.¨

O tempo no sul e sudeste anda feio, mas aqui está muito calor, tem chovido, o céu fica nublado, mas logo depois abre sol. Sábado fomos conhecer um pouco do litoral norte de Alagoas, o tempo amanheceu bem nublado e com pancadas de chuva a toda hora, mas mesmo assim nos preparamos para pegar a estrada.

Fomos beira mar até Cruz das Almas, último bairro na orla de Maceió e entramos na Al 101, estrada que vai beira mar até Recife. Andamos 40 km até o município de Barra de Santo Antonio que situa – se ás margens do Rio Santo Antônio, foi colonizada por holandeses, por volta de 1853. 


O município é dividido em duas partes, uma que oferece um pouco de infra - estrutura urbana, e a outra parte na Ilha da Crôa (península) com belas praias com piscinas naturais, colônia de pescadores, bares rústicos e comidas típicas. Fomos à praia do Carro Quebrado conhecer as falésias.



 A cidade é comprida e acompanha o curso do rio Santo Antonio, quase no fim está o embarcadouro com uma balsa pequena que comporta dois carros bem encostados um no outro.

Pagamos 10 reais, ida e volta para irmos a ilha e levamos conosco um guia, o Psiu. 



Andamos pela Ilha de Crôa que é realmente não é ilha, mas sim uma península, mas que o acesso por terra leva quase 1 hora. 

Essa parte do município é quase só colônia de pescadores. Vimos muitas mulheres lavando roupa no rio, enquanto as crianças brincavam na água.


Andamos pelo meio de uma fazenda com plantação de cocos ate o inicio da caminhada na praia do Carro Quebrado para ver as falésias. 

O lugar é muito bonito e deserto, caminhamos na praia uns quarenta minutos. Saindo de lá fomos de carro ate um mirante no alto das falésias, no meio de uma plantação de cana de açúcar e depois almoçar numa barraca a beira mar bem rústica. 


Comemos bolinho de macaxeira recheado com camarão e lagosta no bafo estava ótimo. Chegamos em casa a tardinha. 

A noite fomos à Feira de Artesanato no centro de convenções, enorme e muito rica ,artesanatos tipo exportação e a maioria muito caro, muito bem montada com desfile de roupas artesanais, danças típicas e praça de alimentação bem decorada. Pagamos cinco reais de estacionamento e dois reais para entrar.

O dia foi ótimo.

15 de jan de 2010

SOL A PINO

¨Para viajar basta existir. ¨
Fernando Pessoa



Hoje amanheceu um tempo meio estranho, muito vento (mais do que o normal) com mormaço forte. Fui à praia das 9 às 10h e30 mim, sozinha não dá para aguentar muito tempo, principalmente porque vou sem cadeira e guarda-sol.



O mar normalmente uma piscina, estava bem agitado, quando cheguei em casa caiu a maior água, mas agora o céu está azul e o sol tinindo.



Do jeito que vai indo....praia todo dia um pouquinho e o fim de semana todinho, logo vou estar da cor do povo de Maceió.


Durante o mês de janeiro tem mais ou menos 30 transatlânticos para chegar aqui, quando o navio chega a gente sabe pela muvuca que fica as duas feiras de artesanato da Pajuçara e os bares da orla.

Hoje precisamos ir ao supermercado, como o apartamento é pequeno e não tem muito espaço para juntar coisas, alimentação tem que ser comprada para a semana, mas tudo bem é um passeio, aqui tem muitos hipermercados muito perto uns dos outros

Quem sabe aproveitamos e pegamos um cineminha.

12 de jan de 2010

QUEM QUER VER A FEIRA DE ARTESANATO?


 Dia 15 começa uma feira de artesanato aqui dizem que é muito boa..... 

ALAGOAS: Moda e artesanato estarão juntos na Artnor 2010.

A incorporação do artesanato à moda é algo que deu certo em Alagoas. Além de dar mais identidade às peças, a união do contemporâneo ao tradicional já se tornou um diferencial competitivo de mercado.

Para valorizar essa tendência, que veio para ficar, a Feira de Artesanato do Norte e Nordeste (Artnor) 2010 vai apresentar, de 15 a 24 de janeiro, casos de empresas e estilistas que utilizam com sucesso o artesanato em suas criações. 

A feira estará aberta a partir das 16h às 22h, e os ingressos variam de R$ 1 (meia) a R$ 2 (inteira). Numa área denominada “Espelhos e Fitas”, o fuxico, o labirinto e as rendas estarão presentes em roupas e acessórios que misturam moda, inovação e tradição. São calças, blusas, bolsas, pulseiras, tiaras e colares que enchem os olhos dos apaixonados por moda e provam que o artesanato alagoano também está em sintonia com as tendências do mundo fashion.

A feira - realizada pelo Sebrae/AL desde 1989, a Artnor representa uma das referências nacionais quando o assunto é mostra de artesanato e cultura. Este ano, a 15ª do evento resgata o caráter regional e surge mais nordestina e alagoana.

A Artnor 2010 terá um espaço de 4.727 m², mais de 500 expositores, 150 estandes, 30 manifestações artísticas, gastronomia, arte e cultura. A expectativa é que cerca de 100 mil pessoas passem pelo Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, local do evento.

A feira tem o patrocínio do governo de Alagoas e prefeitura de Maceió, além do apoio do governo federal, Braskem, Banco do Nordeste e Banco do Brasil.

Quem quer vir?

11 de jan de 2010

LUGARES

¨A melhor formação que um bom homem pode encontrar está em viagens. ¨
Johann Wolfgang von Goethe 



Temos andado quase todos os dias de manhã e a tarde, quando já esta começando a escurecer. Queremos fazer disso um hábito. Sábado o dia amanheceu quente, mas nublado, resolvemos ir conhecer a Praia do Gunga.

A Praia do Gunga fica numa fazenda de mesmo nome no litoral sul de Alagoas, é uma fazenda de plantação de cocos bem grande. Foi montada ai uma boa infra-estrutura, com restaurantes, atendimento na praia, sanitários, chuveiros, som ao vivo, de um lado MPB e do outro axé e feirinha de artesanato. Tem estacionamento, passeios de bug pelas falésias e passeio de barco nas Dunas de Marapé. A praia é tipo tombo e a vista muito bonita. 


Como já estávamos com o pé na estrada resolvemos descer mais um pouco e conhecer outras praias. A paisagem é serra e plantação de cana de açúcar. 


Nossa primeira parada foi num povoado chamado Lagoa Azeda, fundado há mais de um século e banhado por águas agitadas, vilarejo bem simples de pescadores. Interessante...... apenas uma rua encravada entre o mar e a montanha. 


Depois seguimos mais ao sul, procurando as dunas de marapé. Achamos...... Dunas de Marapé, a 65 quilômetros de Maceió, no município de Jequiá da Praia, aí acontece o encontro das águas escuras da Lagoa de Jequiá com o oceano. 


Foi construído ai um complexo de lazer com o mesmo nome, pousada, restaurante e passeios de barco. Interessante mas nada de excepcional. 


A noite um caldinho em casa e descanso. 


Domingo aproveitamos para conhecer a cidade. Andamos pela cidade toda, centro, mercado, bairros periféricos e centrais, lagoa do Mundaú, mercado do artesanato. 

A parte bonita só esta na orla. Tem condomínios fechados, mas ficam fora da cidade. A cidade é antiga e muito mal conservada, os prédios históricos na sua maioria estão em péssimas condições e são usados pelo próprio governo do estado. 

O mercado é muito interessante, nada parecido com o que conhecemos no sul e sudeste. É enorme e vende-se de tudo, há ruas só de venda de carne de peixe, carne de bode, carne de sol ,etc, do lado de fora, a bagunça continua e a gente de repente não sabe se esta dentro ou fora. Só não vi as muitas frutas típicas da região. 

Atravessando a rua entramos no Mercado do Artesanato, também muito legal. Muita coisa em fibra, argila e bordados, muita coisa não esta nas feirinhas a beira das praias. Um bom local para se andar de vagar pesquisando, conhecendo e para conversar com os artesãos locais.

Saímos pela lagoa do Mundaú, com uma área de 23 km², a lagoa interliga-se com o mar através de uma extensa rede de canais que cortam a planície formando dezenas de pequenas ilhas, já foi um local muito bonito, mas hoje tem graves problemas causados pela poluição  principalmente devido à dispensa de dejetos oriundos do sistema de esgoto das cidades circunvizinhas e sobretudo Maceió. 

Almoçamos na praça de alimentação do Shopping Maceió. A tarde, para fechar o dia, caminhada a beira mar. 

7 de jan de 2010

MUDANDO PARA MACEIÓ

"Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir"
 Amyr Klink




Eu conheço muitas pessoas que nunca saíram de seu espaço, não conhecem nem mesmo a cidade onde moram, uns dizem que não tem tempo, outros que não tem nada para conhecer.
São pessoas que não aprenderam a ver o mundo com outros olhos.

Também conheço muitos, que sonham com lugares e culturas diferentes e ficam apenas no sonho, não tem coragem de partir ,tem medo e se aventurar no desconhecido, porque sair da nossa rotina as vezes é assustador.

Mas, depois que você dá o primeiro passo, mesmo sendo perto, no seu bairro, na sua cidade e devagarzinho vai se aventurando mais para longe, ah....fica cada dia melhor e mais vontade da de ir e ir,  todo dia um pouquinho mais longe.

Final de  2009, 31 de dezembro,  malas prontas para sairmos para Maceió, vamos morar por lá 2 anos. Não vamos levar nada, apenas as coisas pessoais e  que cabem no nosso carro, um Peugeot 4 portas. 


Demos nossos móveis, eletrodomésticos e tudo mais que uma casa precisa para funcionar, guardamos apenas algumas coisas que couberam no maleiro de um roupeiro de 4 portas.
Vamos morar em um apartamento na orla de Maceió que já está alugado, mas sem móveis, teremos que comprar por lá, o custo é caro para despachar mudança e demora um pouco para chegar.

Resolvi escrever neste espaço, não como diário, mas como uma maneira de dividir essa nossa nova experiências de vida com a família, amigos e as diferentes pessoas que lerão meus textos.

Então começo aqui a nossa viagem...... 

01 DE JANEIRO DE 2010

Fomos dormir mais ou menos as 2 horas da manhã, afinal foi virada de ano. Saímos de casa, na cidade de Assis-SP, as 8 e 30 horas  pela  rodovia Assis x Marília  e de Marília resolvemos ir por Ribeirão Preto. 

Estrada boa, mas com muitos pedágios e livre de trânsito, também quem viajaria dia 01 de ano logo cedo?

Em Ribeirão Preto, entramos na BR 050, passamos pela cidade de Orlândia, quase divisa com Minas Gerais e abastecemos, muito calor 44 graus. Passamos por Uberaba com 525 km rodados. 
Serra da Canastra, já andamos 639 km, tínhamos planejado dormir em Araxá, mas como ainda era cedo, andamos mais um pouco e paramos em Patos de Minas, quase 18 horas e 811 km rodados. 
02 DE JANEIRO DE 2010

Voltamos para a estrada as  8 horas, rumo a Montes Claros, BR 365, sol entre muitas nuvens e calor, a  BR estava vazia, bom termos saído cedo.  Andamos 1072 km, e a  rodovia começou a ter trânsito intenso, pista simples e ruim.

Entramos  em Montes Claros – MG, para abastecer com sol a pino. Rodamos mais um pouco, 1427 km, entramos  em Salinas, parada para café.e abastecer.

Na  BR 261, paramos  para abastecer novamente e tentar café expresso, coisa quase impossível de se achar , até aqui 1478 km.

Entramos na BR 116, divisa Minas/Bahia, faltando 110 km para Vitória da Conquista. 
Chegamos em Vitória da Conquista na Bahia quase as 19 horas, pernoitamos no Hotel Shalako – apto bem simples – jantamos numa pizzaria na frente do hotel. 

03 DE JANEIRO DE 2010

A janela do quarto não tinha cortina blecaute. Clareou às 5 horas e 30 min, levantamos. Com 1736 km rodados  e 21 graus, voltamos para estrada as 6 horas e 48 min., abastecemos na saída da cidade.

Faltando 60 km para Feira de Santana entramos na BR 101 – 34 graus. Daqui a Salvador são 101 km, pena que não é o momento de  ir ate lá agora, 2371 km rodados – 30 graus.
Já estamos em Sergipe, parada para abastecer, posto horrível, contornamos Aracaju, até agora 2472 km. 

Quando entramos na BR 116 o trânsito já não era bom  e a estrada também, agora na BR 101 ficou muito pior – começo de pista dupla, até onde?.... Infelizmente a pista dupla foi por pouco tempo. 

Alagoas,  divisa do estado,  2560 km rodados. Quando começou a escurecer paramos na beira da estrada, na entrada da cidade de Teotônio Vilela. Ligamos para todos os hotéis de Maceio, sem vaga .Entramos na cidade para procurar um hotel, mas não achamos nada e resolvemos andar mais um pouco, até a próxima cidade, São Miguel dos Campos.

Chegamos em São Miguel dos Campos  já bem escuro - 2684 km. Entramos na cidade e também não achamos lugar para pernoitar, voltamos para a estrada e pernoitamos num hotelzinho de um posto. – tipo.......aluga-se quarto com banheiro----quarto sem janela, banheiro com o chuveiro sem Box e passando por baixo do chuveiro, o Box com o vaso sanitário. 

Jantamos 4 pedaços de mandioca (macaxeira) cozida e 2 bifes de carne de sol, sem câmera e celular carregado, não consegui tirar fotos das 2 cidades e do hotel onde ficamos. 

04 DE JANEIRO DE 2010

Saímos cedo, entregamos a chave do quarto para um funcionário do posto, café da manhã no outro lado da estrada.

De São Miguel dos Campos rumo a Barra de São Miguel – já litoral, chuva e canavial a perder de vista, nem parecia litoral.

Chegamos na badalada Praia do Francês – praia que não fica em Maceió, mas no município de Marechal Deodoro, esta bem nublado. 

CHEGAMOS...

Se tivéssemos vindo em dia de semana levaríamos bem mais tempo, as Brs estão muito ruins tirando alguns trechos, muito caminhão e não tem como ultrapassar. Andamos apenas em serra desde a entrada em Minas. Não há postos para abastecer---dá para contar no dedo os que tem e não há lugar descente para tomar um lanche e usar o banheiro. 

O Estado de Minas Gerais este bem judiado, as rodovias ruins. Não achamos nenhum lugar com comida típica ou o tradicional pão de queijo. 

Bahia – um pouco melhor, mas com muitas pessoas vendendo frutas no meio da estrada, só  faltam pular sobre o carro. 

Sergipe – o estado esta bem arrumado. Apenas as estradas estão meio ruins, estão sendo recuperados alguns trechos. 8 horas – chuva – calor.

De Assis até aqui foram 2780 km, fizemos ótima viagem, cansativa, mas boa. Estamos cansados mas felizes.

PROCURANDO APARTAMENTO 

Entramos na cidade de Maceió pela orla, 8 horas da manhã e sol forte.

Nao ficamos com o apartamento que já estava quase alugado, mas sem moveis,. Vimos um outro, bem menor mas todo mobiliado, com tudo que uma casa precisa e com muito bom gosto e o principal, com sacada e visão do mar por todos os lados.

E e só atravessar a avenida e o mar está ali, lindo, verde, transparente, águas calmas e mornas, coqueiros e areia branquinha. É claro que alugamos esse, sem fiador ou aluguel caução.